Vida Nova após quatro anos de espera
Após cirurgia, garoto com doença rara se recupera bem
Gilmar Hernandes
Após 7 meses da cirurgia, o garoto campo-grandense Guilherme Benites, 6 anos, que lutava há mais de quatro anos contra um tumor raro localizado cérebro, denominado “hamartoma hipotalâmico”, se recupera bem. Segundo a família, o menino recebe acompanhamento médico em São Paulo a cada três meses. “Estamos felizes, pois ele continua o tratamento e sei que agora que as portas se abriram será bem mais fácil, pode até demorar, mais aos poucos ele só tem a melhorar”, ressalta a irmã do garoto Ana Claúdia Loureiro.
Ela explica ainda que o menino continua tomando medicação, mas que as crises reduziram bastante em relação a antes da cirurgia e destaca que ele teve mudanças positivas no comportamento e está bem mais calmo. “O tratamento vai ser longo, pois será necessária outra cirurgia, mas só daqui um bom tempo, pois o tumor não foi totalmente retirado”, explica Ana.
A cirurgia foi realizada em setembro do ano passado pelos médicos do Hospital das Clínicas em São Paulo. O desespero da família começou depois que uma cirurgia chegou a ser marcada em junho de 2008 no hospital de Goiânia (GO), mas a família foi informada que o hospital havia sido descredenciado do Sistema Único de Saúde (SUS), ficando sem saber a quem recorrer. O caso foi noticiado em junho pela TV Morena e um telespectador entrou em contato com a família, pois já tinha passado por um problema semelhante e foi submetido a cirurgia por um médico que pertencia à equipe do Hospital das Clínicas em São Paulo, e hoje reside em Campo Grande.
Em agosto do ano passado, o garoto fez uma bateria de exames para verificar a possibilidade da cirurgia e logo depois foi internado para efetuar a cirurgia. Segundo a mãe do menino, Rosa Benites , o estado de saúde de Guilherme vinha piorando na época, com crises constantes de epilepsia, chegando a ter dez convulsões diárias. Os médicos disseram a ela que a retirada do tumor pode restabelecer a saúde do menino ou pelo menos amenizar as crises. Uma das esperanças é que a extração do HH possa alterar o comportamento autista dele, uma das características comuns na doença.
Gilmar Hernandes
Após 7 meses da cirurgia, o garoto campo-grandense Guilherme Benites, 6 anos, que lutava há mais de quatro anos contra um tumor raro localizado cérebro, denominado “hamartoma hipotalâmico”, se recupera bem. Segundo a família, o menino recebe acompanhamento médico em São Paulo a cada três meses. “Estamos felizes, pois ele continua o tratamento e sei que agora que as portas se abriram será bem mais fácil, pode até demorar, mais aos poucos ele só tem a melhorar”, ressalta a irmã do garoto Ana Claúdia Loureiro.
Ela explica ainda que o menino continua tomando medicação, mas que as crises reduziram bastante em relação a antes da cirurgia e destaca que ele teve mudanças positivas no comportamento e está bem mais calmo. “O tratamento vai ser longo, pois será necessária outra cirurgia, mas só daqui um bom tempo, pois o tumor não foi totalmente retirado”, explica Ana.
A cirurgia foi realizada em setembro do ano passado pelos médicos do Hospital das Clínicas em São Paulo. O desespero da família começou depois que uma cirurgia chegou a ser marcada em junho de 2008 no hospital de Goiânia (GO), mas a família foi informada que o hospital havia sido descredenciado do Sistema Único de Saúde (SUS), ficando sem saber a quem recorrer. O caso foi noticiado em junho pela TV Morena e um telespectador entrou em contato com a família, pois já tinha passado por um problema semelhante e foi submetido a cirurgia por um médico que pertencia à equipe do Hospital das Clínicas em São Paulo, e hoje reside em Campo Grande.
Em agosto do ano passado, o garoto fez uma bateria de exames para verificar a possibilidade da cirurgia e logo depois foi internado para efetuar a cirurgia. Segundo a mãe do menino, Rosa Benites , o estado de saúde de Guilherme vinha piorando na época, com crises constantes de epilepsia, chegando a ter dez convulsões diárias. Os médicos disseram a ela que a retirada do tumor pode restabelecer a saúde do menino ou pelo menos amenizar as crises. Uma das esperanças é que a extração do HH possa alterar o comportamento autista dele, uma das características comuns na doença.
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